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Vivam! Um dia resolvi fazer um baixo á medida, com tudo o que havia de
bom. Peguei num Washburn XB-400, por sinal, um dos melhores baixos de
gama baixa e "chipei-o". PUs e pré Bartolini, tampa da electrónica e
pilha em acrílico transparente, pintura personalizada do logotipo feita
pelo meu grande amigo e não menor artista Fernando Jorge, descascado e
encerado á maneira. Mas não tinha bem "aquele som"... Os fabricantes e
luthiers passam muitos dispendios a aprumar os seus intrumentos e muitos
também não soam e somos nós que faremos melhor? Ora... parti então em
busca do SOM PERFEITO. E muitos baixos depois, encontrei dezenas de
instrumentos excepcionais. |
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Nos tempos idos de 1983, o meu primeiro baixo foi mesmo uma guitarra acústica com um microfone enfiado lá dentro e fita cola a fixar o cabo para não estorvar as cordas! E depois, já nos palcos a sério, uma cópia da Fender Telecaster Bass, que foi emprestado pelo Zé Maduro no Escape Livre. O Veríssimo era o teclista e tinha um synth mono Teisco, percursora da Kawai e um Goodin Strings. Era o tempo dos Farfisas, dos FBT, dos EKO e a Furacão vendia amplificadores como tremoços. Estavam a aparecer os primeiros PAs e a aparelhagem do conjunto era um amp com várias entradas apenas para as vozes e bateria e duas colunas com quatro altifalantes full range.
1983, Escape Livre com Veríssimo, Zé
Maduro e Paulo Cavadas Com 13 contos (65 euros) comprei o primeiro baixo mesmo meu: um Egmond. Sunburst, com cordas com uma cobertura de plástico e um empeno considerável no braço! Durante os anos 60, os irmãos Egmond foram dos maiores luthiers da Europa na Holanda e mantiveram a actividade até ao início dos anos 80, altura em que a firma faliu por não conseguir concorrer com os novos modelos japoneses. Quando somos putos não pensamos e, então, o pobre baixo foi descascado e pintado com spray. Na cabeça que era sunburst a condizer com o corpo, passou a figurar a inscrição "Fender". Claro... toda a gente queria ter um Fender. Recentemente está activo um site da marca, por curiosidade: http://www.egmondguitars.nl
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| FENDER | ||||||||
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MUSICMASTER BASS
Por falar em Fenders... Este Musicmaster custou 30 contos (150 euros), em 1986. Fui
buscá-lo a Vale de Cambra com o nosso amigo Lita Papel, na altura
companheiro da banda. Serial xxxxx. E um instrumento de aprendizagem, de
escala curta 3/4, 30'', uma versão mais simples do Mustang Bass.
1986, Escape Livre: Lita (guitarra/voz),
Zé Maduro (bateria) e Pedro (teclados) O baixo aparece no vídeo dos Sacerdotes de Alquimia (1997) filmado pelo João Portugal (esse mesmo), na praia de Vieira de Leiria. O som, contudo, é do MM SR 94. Recentemente, em 2010, um segundo MusicMaster igual, serial 550789, de 1974, fez companhia ao primeiro.
1975 |
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JAZZ BASS
O
Jazz Bass foi o segundo modelo da Fender, a seguir ao P bass. Foi
introduzido em 1960 como "Deluxe Model" e logo rebatizado de "Jazz
Bass". O braço é muito fino e tem dois PUs single-coil bobinados á mão,
com dois polos para cada corda. O som é mais recortado e médio do que o
da P Bass. é um standard e um instrumento imprescindível. Os primeiros
modelos tinhas dois botões concenctricos, com volume e tonalidade para
cada pickup, nos dois primeiros anos de produção. Em 1961 passou a ter 3
botões, como ainda tem hoje, um volume para cada PU e um botão mais
pequeno de tonalidade. |
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1974
Em 1988, no Bar Gladius, atrás do
Mosteiro da Batalha. Nesta altura a música dos bares era bossa e
clássicos, mais para entreter o ouvido.
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PRECISION BASS
O Audiovox foi o primeiro baixo
eléctrico inventado, nos finais dos anos 30. Mas o P Bass em 1951 foi o
primeiro baixo eléctrico do Leo Fender a ser produzido em série.
Substituiu os contrabaixos e foi uma revolução na altura. O primeiro
modelo era baseado na guitarra Telecaster. Em 1957 ganhou a forma que
ainda hoje tem, mais próxima da Stratocaster. O PU passou a hambucker e
a escala passou a ser rosewood até 1966. As escalas rosewood são mais
características dos anos 60 e as maple dos anos 70. O P Bass é o modelo
mais copiado de sempre e tem um som standard típico do som Motown, do
disco-sound e dos blues e, apesar de não ser um baixo muito versátil,
tem um som que o torna indispensável.
O meu primeiro P
Bass era fretless, de 1979, comprado ao Amilcar do TV5 por 500
euros por volta de 1990. A Fender só no início dos anos 70 lançou este
modelo fretless e, durante anos nunca capitalizou o potencial que Jaco Pastorius
deu ao uso do instrumento. Este é de 1974, serial xxxxxx e é
o preferido para as sessões de estúdio do Lino Vinagre. No braço tem o
código 0103-4945, que se traduz desta maneira: 01=Precision Bass,
03=braço maple com escala rosewood, 49=semana de fabrico, 4=ano (1974),
5=dia útil da semana, sexta-feira no caso. Os baixos mais antigos eram
mais leves e tinham melhores escalas. Este pesa apenas 3,7 Kg e,
contrariando a ideia de que um instrumento pesado soa melhor, tem muito
bom som. |
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1975
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JAZZ BASS PLUS
1990 Em 1990 a Fender começou a produzir o FJ Plus de 5 cordas, um ano depois do modelo de 4 cordas. Tinha 22 frets, escala de pau ferro, corpo em amieiro (alder), hardware Schaller e electrónica do Philip Kubicki, com um comutador de 3 posições - activo, passivo e mute e com os Sensor-Lace PUs da Fender, activo de 9 volts. Este tem o serial N003050. Os guias das cordas e os botões são dos Kubicki. O Kubicki produz com o seu nome um dos baixos mais singulares e com o som mais interessante que existe, o modelo Factor e Ex-Factor, que mais adiante veremos. Aqui podemos ler como trabalhou pela primeira vez na Fender, em 1963, a fazer guitarras acústicas. Trabalhou lá nove anos: http://www.vintageguitar.dreamhosters.com/1763/philip-kubicki/ Voltou á Fender nos finais dos anos 80 e lá trabalhou na Custom Shop no inicio do contrato com a Fender, pelo menos em 1989. Era um luthier muito considerado e fez guitarras para George Harrison e Hendrix. Estes Fender Jazz Plus, apesar de terem algumas peças Kubicki, sendo já dos anos 90, já não tiveram a mão do mestre. A produção foi curta e encontram-se relativamente baratos. Foi substituido pelo modelo USA Deluxe.
Família Fender que resta lá por casa: Precision 75, 74, Jazz 73, 72, 74
e 74 |
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MUSICMAN |
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STING RAY BASS
Quando o Fender vendeu a firma á
CBS, em 1965, ficou contratualmente impedido de fazer guitarras e baixos
durante uns anos. Ainda antes desse impedimento terminar, os sócios do
Fender combinaram com ele começar uma nova marca. Assim, em 1971 nasceu
a Tri-Sonic, rebaptizada em 1973 como Musitek e finalmente em 1974 como
MusicMan. A empresa dedicava-se ao fabrico de amplificadores. O Fender
tinha também a CLF que em Junho de 1976 começou a fazer guitarras e em
Agosto, baixos, em Fullerton. Os instrumentos eram depois enviados para
a musicMan que os distribuía. Foram desenhados pelo Fender e por Forrest
White, assistidos pelo Sterling Ball que mais tarde viria a comprar a
MusicMan.
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1994 A Musicman faliu em Outubro de 1983. O Ball comprou a MusicMan em 1984, salvando a marca. Desde o início a trabalhar com o Fender, o Ball preocupou-se com a continuidade da qualidade dos instrumentos. Só em 1987 o logotipo passou a ter o nome Ernie Ball incluído. Este pre-Ernie Ball foi comprado ao Ricardo Duarte, do Algarve, bacano que passou a vida a tocar pelos casinos. O baixo foi comprado no Caius em 1983 e veio em estado praticamente novo, com caixa creme e correia preta. ´`e um dos ultimos exemplares feitos pela marca original. Na altura os MM eram distribuídos com correia preta ou castanha, consoante a cor do instrumento. Incrivelmente, andou meses no OLX por 1000 paus, sem que ninguém lhe chegasse. |
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SABRE BASS
O MM Sabre Bass
foi introduzido em finais de 1978. O circuito é diferente do StingRay, assim
como o corpo era ergonómico por trás enquanto que o SR não. Os braços são maple,
salvo raras excepções que apareceram como opção em finais de 1979. Os PUs mais
pequenos que os da SR, o braço bolt-on de 3 parafusos, bridge em ferradura e as
cordas entravam normalmente na bridge, ao contrário do SR que eram throu body.
Tem 3 switchs para várias configurações dos pickups... o primeiro da frente é um
selector de pickups, o do meio faz fase, baixando drasticamente o som (parece
inútil) e o terceiro é para dar mais brilho.
1979
STERLING Em baixo, de 1993 o Sterling lined fretless. Foi um modelo que surgiu nesse ano. Depois do StingRay 5 foi o segundo novo modelo criado pela EB e atenção: não confundir com a linha Sterling recém lançada, que é uma linha barata sob essa designação e não MusicMan. O corpo mais pequeno do que o SR e o braço mais estreito, tendo um switch como o SR5. O Ernie resolveu põr o nome do filho ao baixo. Foi o meu segundo fretless (depois do P Bass 79) e comprei-o em Londres. Serial xxxxxx. Utilizei-o para gravar o tema instrumental "Retorno A Um Sítio Novo" no album dos Sacerdotes de Alquimia. Em baixo, o diagrama.
1993
BONGO O Bongo
foi lançado em 21 de Março de 2003 na NAMM e é o primeiro instrumento
inovados, em muitos anos. Foi concebido pelos designers da BMW e a
electrónica por Dudley Gimpel e Cliff Hugo (baixista dos Supertramp).
Foi o primeiro baixo desde a Sabre a ter pickups de neodymium duplos em
várias configurações H, HH, HS com e sem piezzo com um pré de 18 volts.
Todos são feitos de basswood com braço de maple e escala rosewood, pau
ferro no caso dos fretless e pintados. Tem 24 trastes com inlays
de meia-lua. Devido á sua forma é conhecido como "tampa-de-sanita". Tem
um range de sons possíveis muito grande, o que faz do Bongo um baixo
muito versátil e poderoso. Algumas criticas negativas referem-se á
proximidade demasiada do PU do braço, o que pode dificultar o slap. Tem
um comprimento maior que os outros baixos o que faz com que seja difícil
encontrar algum sem uma batida na ponta da cabeça (!). Foi uma aposta
certa da MM. Vários músicos famosos adoptaram-no, como Dave LaRue, Cliff
Hugo, John Myung, Phil Chen, Tony Levin. Em 2008 foi lançado o modelo de
6 cordas. Este comprei-o na Alemanha, serial xxxxxx. Configuração HS,
com ponte Piezzo com a possibilidade de ajustar o som de cada corda
individualmente. Um pre muito complexo, grandes possibilidades de sons,
grande baixo.
STING RAY 5 Foi introduzido em 1987 e foi o primeiro modelo completamente novo concebido e produzido em San Luis Obispo pela equipa Ernie Ball. Até esta data, apenas eram feitos os modelos Sabre e StingRay criados pelo Leo Fender. O SR5 foi baseado na guitarra Silhouette e no SR de 4 cordas, com algumas inovações como o PU cerâmico, com cancelamento de ruído e switch para opções de série e paralelo. No início dos anos 90 o PU passou a ser de alnico e em 2005 foi introduzida a opção de 2 PUs em várias combinações de hambucker e single coils, como em todos os modelos. Os numeros de série com 5 dígitos usaram-se até ao 59999 até Janeiro de 1998. Depois o serial passou a ser precedido dum "E", começando de E00001. Este SR5 é o 600º, com o serial 50600, feito em 13 de Janeiro de 1989. A côr original sunburst (versão antiga do honeyburst/mel), a placa do braço ainda sem a marca "MusicMan", a tampa metálica da pilha, pestana normal, acção baixa e grande som tornam-no numa peça especial, representativo de como eram os primeiros SR5. Este modelo é um dos melhores baixos de 5 cordas feito, é um standard e com ele foram gravados milhares de albuns.
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| G & L | ||||||||
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L-2000
Depois
da confusão na MusicMan e ainda mantendo a ligação áquela empresa, em
Outubro de 1979, o Leo
Fender começou a construir a sua nova marca, G&L, iniciais do seu amigo
Gerge Fullerton, companheiro de sempre na Fender e a sua própria. Daí
que, embora a G&L seja estabelecida em Maio de 1980, há corpos com
data de 1979.
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| YAMAHA | ||||||||
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MOTION MB
A Tune Bassmaniac foi um baixo inovador quando
saiu na segunda metade dos anos 80. A forma ergonómica e o look moderno
foi copiado por muitas marcas. Uma delas foi a Yamaha que lançou o
modelo Motion MB em duas versões, MBII e MBIII. Tive em tempos os dois
modelos. Era um baixo de escala curta, com duas oitavas e uma cabeça
peculiar.
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TRB 5P A Yamaha nasceu em 1887 a vender órgãos e outros instrumentos. O primeiro baixo da Yamaha foi feito em 1966. A Yamaha foi uma das primeiras marcas a ter um baixo de 5 cordas. Jimmy Johnson, baixista de Alan Holdsworth e Lee Ritnour, em 1975 trabalhou com a Alembic um baixo com a 5ª corda que seria um C, mas substituiu por um B feito pela GHS. Em 1982 a Steinberger fez um baixo de 5 cordas headless e em 1984 a Yamaha lançou o modelo BB5000. A Yamaha associou os modelos da marca a artistas conhecidos de forma a melhor promover os instrumentos. O BB tinha o endorsement de Nathan East, os RBX, John Myiung e os TRB, John Patitucci, que teve um modelo seu. Os TRB foram muito usados no jazz de fusão durante os anos 90. Tinham um pickup piezzo instalado na ponte e dois single coils, configuração JP, construção neckthrou com braço em maple e mogno e hardware dourado. Por cá custava cerca de 600 contos (3.000 euros), por alturas de 1992. Era um instrumento caro para a época e, devido aos custos de fabrico, a empresa descontinuou o modelo. Era o primeiro baixo "boutique" da marca. Apesar disso o sucesso foi tão grande que por insistencia do público, a produção foi retomada com um modelo identico, o TRB 5P II que hoje se comercializa.
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| KRAMER | ||||||||
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THE DUKE
A
Kramer foi fundada em 1976 e foi pioneira no uso de alumínio na
construção dos braços. A escala usava um material sintético duro, do
género do utilizado nos utensílios de bowling e tinha 0 radius, o que
era peculiar nestes instrumentos. A produção de instrumentos com braço
em alumínio durou até 1982, altura em que passou a usar a tradicional
madeira. O hardware era de qualidade, Schaller, PUs DiMarzio. Em 83 as
guitarras vinham equipadas com tremolo Floyd Rose, o que deu vantagem
sobre outras marcas. Algumas
parcerias com artistas conhecidos como Eddie Van Halen, Ritchie Sambora,
Gene Simmons ou Louis Johnson, ajudaram a que a marca obtivesse sucesso
em meados dos anos 80 e chegou mesmo a ser a mais vendida em 85 e 86,
nesta altura com PUs Seymour Duncan. A empresa recorreu á ESP para
fazer os corpos e braços dos instrumentos. Em 1991, a empresa original
acabou em 1991, devido a problemas financeiros causados pelo decréscimo
da qualidade dos instrumentos, os contratos de endorsement que mantinha
com os artistas e perdeu ainda uma acção judicial proposta pela Floyd
Rose por causa dos tremolos usados nas guitarras. Longe dos anos de
prestígio, depois de 1995, Henry Vaccaro, detentor do nome da marca
tentou relançar, sem sucesso, alguns modelos. Tentou ainda lançar
algumas guitarras com o braço de alumínio com o seu nome, mas não obteve
sucesso. A Kramer foi comprada pela Gibson.
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| JAYDEE | ||||||||
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SUPERNATURAL Mark King
Este é o baixo que ouvimos nas faixas que popularizaram os Level 42 e
particularmente Mark King, o homem que toca e canta ao mesmo tempo como
se não fosse nada e que popularizou o slap nos anos 80. Se bem que o
slap foi reconhecidamente inventado pelo Larry Graham (Central Station)
e divulgado pelo Stanley Clarke ainda nos anos 70. Jay Dee é um luthier
britãnico e a marca continua activa
www.jaydeeguitars.com.
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