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        Olá, companheiros do baixo! No dia 28 de Novembro de 2009 realizou-se a maior concentração de baixos por metro quadrado de que há memória nas redondezas. Aqui fica o registo com os amigos no paraíso.  Além dos já conhecidos, compareceram: Fodera Matt Garrison, Celinder J5, Fender Jazz 66, MTD - Michael Tobias Design, Zerzy Drozd  Mastery 5 str, Jerzy Drozd Mastery 9 str, Sadowsky rs5, Ken Smith BT4 1988, Zon Legacy Elite, Status Stealth 4, mini Samick de meados dos anos 80 e um Tobias Classic 6 str, de 93...

Luis, Paulo e Pedro vieram ao sítio certo, trouxeram os baixos certos, tudo certo!...

     Jerzy Drozd Mastery V, (primeiro plano), inspirado nos Tobias em alguns aspectos, os baixos Jerzy, apesar de recentes, ganharam rapidamente reputação em todo o mundo. Extremamente bem construídos, com um som fabuloso e pormenores únicos, os baixos Zerzy têm neck through como opção, barras de grafite no interior do braço, pestana em ébano, cravelhas Gotoh, pickups com magnetos em neodymium, (que é o que está  dar), com capas de madeira, corridos com prés Aguilar, botões em madeira, inlays npcionais na escala... enfim... Tudo a fazer just ao slogan "The Bass Art Company". O luthier polaco está a fazer sucesso em Barcelona e baixistas famosos estão a usar a marca, como Charles Benavent, Yves Carbonne (Michael Manring) e Alain Perez (Paco de Lucia). No site, http://www.jerzy drozdbasses.com , estão a disponibilizar duas obras interessantes, "Ultimate Guide to Perfect Bass Setup" e "Bass Design Fundamentals - A Pro Bass Guitar Design Course", para além dos fóruns, blog e catálogos.
       Depois do Jerzy, o Celinder Update 5, manufacturado em Copenhagen, Dinamarca, pelo luthier Chris Celinder, corpo em ash, braço maple com escala de 35'', pickups e pré Celinder, ponte Celinder, cravelhas Hipshot. Conhecido pela preocupação do detalhe, o Chris Celinder ainda não teve tempo de fazer o website em http://www.celinder.com.
        Depois na ordem o Sadowsky e o Fodera Matt Garrison, para apreciar mais adiante.

 

 
jhjh MTD, Michael Tobias Design. Quando em 1991 o Tobias vendeu a marca à Gibson, começou um novo projecto conhecido por MTD em 1994. http://mtdbass.com . O Tobias tem a história pormenorizada dos Tobias e MTDs no website. Este é um MTD 5, feito à mão nos EUA. Usam electrónica e pickups do Bill Bartolini e hardware Hipshot.

 Paulo Carvalho com o Jerzy 9 cordas do Paulo, admirável como todos os Jerzy, mas....Como é que se toca isto?!! ... Mas toca e bem!

 Alain, em graaaaaaande, sem descarrilar!

 

Luis, do maior ao mais pequeno, sempre à vontade....

 

O maior, Jerzy Drozd 9 e...o mais pequeno, o singelo Samick mais ou menos de brincar, com aspecto sério. Embora longe da categoria dos outros instrumentos, o pequeno Samick, feito por volta de 1980, não teve motivos para se envergonhar:

O Pedro finalmente encontrou um baixo difícil...

 

 

        O Kubicki 5, e o Kubicki Ex-Factor, surpreendentes, com o pré de 6 posições e som sólido. Os Ex-Factor são feitos à mão deste 1986 pelo Phil Kubicki com im interregno de 2 anos, entre 89 e 1990, quando foram feitos na Custom Shop da Fender. O corpo nesta altura era feito no Japão e montado nos EUA e os prés passaram a ser de 9 volts e com 4 sons pré-feitos. O Kubicki assim que retomou os baixos, disponibilizou  o seu pré normail de 18 volts e 6 posições para upgrade. Os primeiros de 89 ainda foram feitos pelo Kubicki na Fender. Mais tarde ele confessou "os gajos não sabem fazer os meus baixos"... Em 1994 começou a fazer baixos de 5 cordas. Uns e outros são raros.

        Sadowsky RS5. Roger Sadowsky é conhecido por ter alterado o Fender Jazz do Marcus Miller e desde há  25 anos é considerado um dos melhores luthiers de Nova Iorque. Redefiniu o Jazz Bass. Durante muitos anos, desde 1980, construiu guitarras em trabalho próximo com o guitarrista Jim Hall (hoje já com 78 anos). Em 1982 começou a construir baixos e deixou de ser o homem das reparações. Considera que os baixos devem ser de qualidade, de corpo maciço ("quanto menos maciço for o corpo, menos toca o instrumento"), sem partes laminadas que os tornam mais caros... "Ninguém leva um baixo de 8.000 dólares para um gig de um trio de jazz", (pensa ele :| ! ). Como um baixo tão bom pode ter um aspecto tão simples? "Não é que não aprecie a arte manual, mas os elementos decorativos não contribuem para o som e tocabilidade de um instrumento. (Alguns guitarristas gostam de ter mais inlays de madre pérola no braço do que ébano!)...Nunca me foquei nesse aspecto. Toda a minha carreira foi construir instrumentos para trabalhar".  Grande baixo! Como diz o Paulo, "quem sabe se um dia não vem um para Cantanhede city".

 

 

Fodera Emperor De Luxe, um Jazz Bass moderno e o  Pedulla Pentabuzz de 1995...

Vintage Rickenbacker 4001 de 1978. há sempre uma primeira vez...

 

 

Alembic Elan 5

Zerzy, Zerzy

Fodera Imperial 5 Matt Garrison. O Vinnie Fodera aprendeu com o Ken Smith.  Um pouco de fofoca para aliviar: o Matt Garrison era filho do baixista do John Coltrane, Jimmy Garrison e casou com uma filha do Jack Dejohnette. Foi aluno do Dave Holand e da Bercklee e tocou e gravou com Gary Burton, Zawinul, Hancock, Metheny, Mays, Scofield...Enfim... E este é mais um baixo admirável. 12.000 euros de pau!

 

  

 

 

Fender Jazz Bass, serial 3xxxxx de 1973, com elementos de transição para os anos seguintes, o truss "bullet" road e placa do braço oval, de 1975 e o pickguard branco raro, típico apenas de 1974.

Fender Precision de 1974 com o Pedro a sacar grande som...

O Tobias 1992 do Zé Luis, nas mãos do Luís. Nesta altura, apesar de já ter vendido a marca, era o staff da Tobias quem ainda trabalhava nas instalações.

Ibanez Musician, electrónica sofisticada, neck through a preços acessíveis nos finais dos anos 70, a rivalizar com os mais caros baixos americanos que apresentavam essas características.

Zon Legacy Elite, a conjugação da grafite com a madeira. Ao fundo o Pedro com uma Status Stealth velhinha, corpo inteiriço em grafite.

Alain com as unhas no Ken Smith BT de 4 cordas, de 1988, do Paulo Carvalho, com o famoso pré dos 3 botões. Um expoente dos Ken Smith clássicos. Ainda Musicman Sterling, StingRay5 fretless, Sabre Bass de 1977, StingRay de 79 e o curioso Status Electro apenas com ponte piezzo, para um som acústico...

Fender Jazz 1966 do Paulo, com cravelhas lollipop típicas desse ano da Fender, o primeiro da era CBS. A seguir, a Fodera Emperor 4 do Paulo com pickups Lane Poor single coil e mais a Fodera Monarch com EMGs, single coil + hambucker.

Ficámos combinados: Vamos comprar mais 10 baixos TOP cada um e fazermos, então, novo encontro das 4 às 9 cordas, ou mais!

Abraços a todos!