





 |
|
Dezembro de 1997: numa adega, algures na Bairrada, quatro amigos
ensaiavam as primeiras notas do tema Rossana, dos Toto.
O amigo Alain assistira ao ensaio e correra a contar à mãe: "Ó
mãe!!!! Aquilo é que são músicos!"...E assim nascia o
Tempo, com o primeiro de muitos fãs e amigos que nos acompanham desde
sempre. Vindos de
projectos anteriores, aqui nos encontrámos
numa reunião fluente e natural, assente nos simples prazeres de tocar e
conviver. A formação
manteve-se estável ao longo dos anos e apenas duas alterações se
verificaram: o Beríto, primeiro baterista, saiu no fim do primeiro ano para
tocar com o Cid e, de
vez em quando junta-se ao Tempo, para não perder o jeito; o Lino entrou para
substituir o Chico e, ainda bem, acabaram por ficar os dois. A
música vem dos anos 70 até à actualidade. Os grandes temas não passam de
moda e, por isso, o público do Tempo é variado. Ou se canta, ou se aplaude,
mas a música toca a todos. Por isso, é imprevisível que alguém se canse ou
farte. Quando assim for, o espectáculo continua...
Muitos e bons amigos que se juntaram a nós como
colaboradores e admiradores, ao longo do tempo. A todos agradecemos, bem como aos empresários, comissões e câmaras
municipais, que dão um essencial contributo para o nosso enorme
prazer de tocar música.
Agradecimentos especiais ao nosso
Luís, motorista, técnico, rodie, mecânico,
aturador e ombro amigo (por mais que sacuda tem que nos aturar!) e ao
Berito, companheiro e fundador do Tempo,
onde é sempre bom vê-lo regressar!
Da nossa história fazem parte também os novos amigos
que encontrámos e que contribuíram grandemente para a nossa satisfação
pessoal e para o êxito da banda. Um grande "obrigado" a todos. |
|