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HISTÓRIA DO TEMPO

         O TEMPO é uma banda de covers de clássicos pop-rock. O mercado frequente são os bares, mas alarga-se a outros espaços, concertos ao ar livre e festas privadas. 
         1997, Junho - Vindos dos Sacerdotes de Alquimia, após a gravação do álbum homónimo,  Gonçalo, Fernando Bicho, Francisco Martins e o Quiné, baterista da Brigada Victor Jara, mantiveram o propósito de continuar a tocar juntos. O Quiné roeu a corda em Outubro e o Berito, recém dissidente dos Meninos da Sacristia  alinhou prontamente. Em Dezembro de 1997, numa adega, algures na Bairrada, quatro amigos ensaiavam as primeiras notas do tema Rossana, dos Toto.  O amigo Alain assistira ao ensaio e correra a  contar à mãe: "Ó mãe!!!! Aquilo é que são músicos!"...E assim nascia o Tempo, com o primeiro de muitos fãs e amigos que nos acompanham desde sempre. 
         José Gonçalo - voz, teclados, Fernando Bicho - baixo, Francisco Martins - guitarra, Berito - bateria.  Devido a um acidente, só em Junho do ano seguinte seria a estreia ao vivo. Em 1999 o Berito saiu para tocar com o Cid e entrou para o lugar o Fernando Gomes.

        Em 2005 entrou o Lino Vinagre para a guitarra para substituir o Chico Martins, mas acabaram por ficar os dois, passando o grupo a quinteto. A formação manteve-se estável até 2008 ano em que o Gonçalo saiu, gravou o seu disco, construiu o Tempestúdio e participou no Festival RTP. A formação original do Tempo com o Gonçalo, Chico, Bicho e Bero, reuniu-se a pedido das pessoas e vai tocando ocasionalmente.

       Entretanto com a saída do Gonçalo saiu também o Martins e  entrou o Bruno Pato para a voz/guitarra e o Chiquito para as teclas.

 

O Chico Fernandes esteve nos teclados de Setembro de 2009 a Março de 2010 e seguiu os seus projectos (Santos da Casa e vários outros). Entrou para o seu lugar o Pedro Dias. Em Março de 2010, o Lino Vinagre saiu com o Pato para formar um duo acústico.

                 

       Em Abril a formação ficou com Daniel Montinho - voz/guitarra, Pedro Dias - teclados, Fernando Bicho - Baixo, Fôfo - bateria e a participação de Francisco Martins.
      Muitos e bons amigos que se juntaram a nós como colaboradores e admiradores, ao longo do tempo. A todos agradecemos, bem como aos empresários, comissões e câmaras municipais, que dão um essencial contributo para o nosso enorme prazer de tocar música. 
         Agradecimentos especiais ao nosso Luís, motorista, técnico, rodie, mecânico, aturador e ombro amigo (por mais que sacuda tem que nos ir aturando!) e ao 
Berito, companheiro e fundador do Tempo, onde é sempre bom vê-lo regressar! Aliás, não é de estranhar que alguém regresse e vá e vá e regresse porque, mais tabefe ou menos tabefe, todos mantêm boa amizade.            

      

           Desde o início assistimos à abertura e fecho de muitos bares, a mudanças de públicos, de ambientes e ao surgimento e agonia de muitas bandas. Mas, sobretudo, o mais importante da nossa história são os novos amigos que fomos encontrando e que contribuíram grandemente para a nossa satisfação pessoal e para o êxito da banda. Um grande "obrigado" a todos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

   
         
         
         
         
         

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